quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

D de Daniela, D de desejo

E quando ela chegou acabada em casa tirou toda a roupa e deitou em sua cama. Sua irmã mais mal ainda dormindo (ou melhor, desmaiada) na cama ao lado. Ligou o ar condicionado barulhento para sumir com aquele calor e assim sentiu o frio beijar todo o seu corpo banhado por desejo e ferormonios.. ah,e suor...

Cheia de desejo não saciado - Daniela seria pra sempre assim, cheia de desejos que as regras não a deixavam satisfazer. Mas enquanto isso ela ia vivendo, tirando a maquiagem e o suor do rosto, lavando a alma que jamais seria limpa, deitando o corpo sem sono na cama, revivendo as memórias das paixões bobas passadas, prevendo o futuro das paixões presentes, levando a vida como qualquer menina que quer experimentar o mundo inteiro num gole só - sem culpa.
Então ela adormeceu o corpo exaurido, sem adormecer os desejos crescentes, esses jamais dormiriam.

OBS.: Os desejos de Daniela eram cheios de potencial

4 comentários:

  1. Os humanos não tem mais a a quantidade de ferormônios o bastante para ser considerada significativa.

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  2. Licença poética, caro anônimo...



    ... que parece ser o Artur.

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  3. com certeza absoluta é o Artur!! hahaha. ja até falei com ele

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